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3 de maio de 2011

#PreçoJusto

Vamos divulgar um movimento revolucionário que tem seu primeiro passo na internet.
Assista o video abaixo e acompanhe adentro do post minha visão a respeito da campanha, se quiser...

Link para participar do manifesto --> #PreçoJusto




12 de fevereiro de 2010

Inflação pelo IGP-10 mais que quintuplica em fevereiro

Extraído de UOL Economia

SÃO PAULO, 12 de fevereiro (Reuters) - A inflação pelo Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) acelerou fortemente em fevereiro e atingiu 1,08%, mais de cinco vezes a taxa de 0,2% apurada em janeiro, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV), nesta sexta-feira.

Entre os componentes, o Índice de Preços por Atacado (IPA) teve avanço de 1,15% em fevereiro, seguindo a oscilação positiva de 0,07% no mês passado.

O IPA agrícola subiu 0,08%, ante queda anterior de 0,85%. O IPA industrial avançou 1,5% em fevereiro, frente à alta de 0,36% em janeiro.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) aumentou 1,09%, contra elevação de 0,52% no mês anterior.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) avançou 0,55% em fevereiro, após aumento de 0,3% em janeiro.

8 de fevereiro de 2010

Brasil tem 2ª maior tarifa de celular do mundo

Extraído de Folha Online

O Brasil só perde para a África do Sul quando o critério é o custo do minuto de ligação de telefone celular, segundo reportagem de Julio Wiziack, na edição da Folha desta segunda-feira. O levantamento foi feito pela consultoria europeia Bernstein Research.

As tarifas de telefonia celular no Brasil são elevadas porque o governo brasileiro não abre mão de impostos e as operadoras não querem baixar o valor extra cobrado por minuto de seus clientes quando estes telefonam para um assinante da concorrente, diz a reportagem.


Em média, o consumidor brasileiro paga R$ 0,45 por minuto, segundo a pesquisa, em chamadas locais para celulares da própria operadora. Esse valor passa de R$ 1 caso a chamada termine em um número da operadora móvel concorrente. A carga tributária, em média, é de 42% do preço por minuto ao consumidor. O setor diz que é uma das cargas mais pesadas do mundo.

 A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) informa que já contratou uma consultoria especializada para ajudá-la a definir o modelo de custo dos serviços prestados pelas operadoras móveis. O trabalho deverá ser concluído em 18 meses.

Crescimento

No último dia 19, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) informou que o Brasil teve 23,3 milhões de novos acessos à telefonia móvel em 2009, um crescimento de 15,4% no setor de telefonia móvel no país. O resultado só é pior que o apresentado em 2008, quando os brasileiros adquiriram 29,6 milhões de novos celulares.

Agora, o país tem 173,9 milhões de acessos, uma densidade de 0,9 celular por pessoa. Só em dezembro, houve um incremento de 4,2 milhões. Segundo a Anatel, foi o melhor mês do ano para o setor.

São cinco os Estados que possuem mais celulares que habitantes: Distrito Federal, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e, a partir de dezembro, Rio Grande do Sul.

A região Norte é a que mais avança na relação de celulares por habitante. O crescimento de teledensidade na região em 2009 foi de 21,27%. Enquanto isso, a região Sudeste registrou crescimento de 16,39%.

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4 de fevereiro de 2010

Bolsa cai 4,7%, na pior pontuação em 3 meses; dólar vai a R$ 1,883

Extraído de UOL Economia

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em forte queda nesta quinta-feira, perdendo 4,73%, aos 63.934,01 pontos. É o menor nível de pontos em três meses, desde 4 de novembro, quando marcou 63.912,57 pontos. Em pouco mais de um mês, a Bolsa já perde quase 7%.

A cotação do dólar comercial encerrou com alta expressiva de 2,12%, a R$ 1,883 na venda. No ano, a moeda acumula valorização de 8,03%.



Os investidores estão preocupados com a situação da Espanha e de Portugal. Os dois países têm graves problemas orçamentários, como uma dívida e um déficit públicos em forte alta, o que faz muitos identificarem semelhanças entre sua situação e a da Grécia, que vem preocupando a zona do euro há semanas.

Além das situação dos países europeus, aumentaram os receios sobre a própria economia americana. Nesta manhã, o Departamento do Trabalho dos Estados Unidos revelou que os novos pedidos de seguro-desemprego no país ficaram em 480 mil na semana terminada em 30 de janeiro, uma alta de 8.000 em relação à marca anterior de 472 mil, revista. Os dados frustraram as estimativas do mercado.

Na média das quatro últimas semanas, houve elevação de 11,750 mil, para 468,750 mil solicitações. A média anterior, revisada, era 457 mil.

Para o diretor de câmbio da corretora Pioneer, João Medeiros, também contribuiu para o clima negativo dos negócios a possibilidade de reclassificação de crédito soberano dos Estados Unidos, pela Moody's, e o rebaixamento da classificação do crédito de longo prazo da Berkshire Hathaway, pertencente ao investidor Warren Buffett, pela Standard & Poor's.

No Brasil, a poupança registrou captação líquida de R$ 2,619 bilhões em janeiro. O resultado é o melhor desde janeiro de 1997, quando houve captação de R$ 3,512 bilhões.

A produção de veículos no Brasil em janeiro cresceu 31,6% em relação a igual período de 2009.  As vendas de veículos, comerciais leves, caminhões e ônibus novos em janeiro recuaram 27,2% sobre dezembro, para 213,3 mil unidades,

O Banco Santander Brasil registrou lucro líquido de R$ 5,508 bilhões em 2009, o que representa um crescimento de 40,8% frente ao verificado em 2008. As receitas, por sua vez, subiram 19,6%, para R$ 31,279 bilhões. A carteira de crédito cresceu 1,7% na comparação anual, encerrando o ano passado com R$ 138,3 bilhões.

1 de fevereiro de 2010

Dólar tem primeira queda após 9 dias, e Bolsa sobe 1,8%

Extraído de UOL Economia

A cotação do dólar comercial encerrou esta segunda-feira com queda de 1,27%, a R$ 1,861 na venda, interrompendo uma sequência de nove dias consecutivos de ganhos.
Na contramão, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em alta de 1,79%, aos 66.571,73 pontos. Em janeiro, a Bolsa acumulou baixa de 4,65%.

Na segunda metade de janeiro, o aumento da aversão a risco no exterior foi um dos principais motivos para a escalada do dólar no Brasil, que fechou janeiro com a maior alta mensal desde outubro de 2008. Mas, na sessão desta segunda-feira, a divulgação de dados melhores que o esperado sobre o setor manufatureiro dos Estados Unidos deu motivo para o abandono de posições mais defensivas.
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Entre as principais notícias do dia, o mercado brasileiro elevou a estimativa para PIB (Produto Interno Bruto) e inflação em 2010. Segundo boletim Focus,  para este ano, a expectativa é que a economia termine com crescimento de 5,35%, contra 5,3% da semana anterior. Já o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) deve atingir 4,62%, ante 4,6% do último prognóstico.


A Cosan, maior empresa do setor sucroalcooleiro no Brasil, anunciou nesta segunda-feira uma aliança com a Shell para a formação de uma joint-venture avaliada em US$ 12 bilhões, que vai reunir sob um mesmo teto operações de açúcar, etanol, distribuição de combustíveis e pesquisa.


Os Estados Unidos elevaram a previsão de crescimento para este ano e agora esperam expansão de 2,7%, contra 2% da última projeção. O presidente norte-americano, Barack Obama, apresentou o projeto do orçamento para o próximo exercício (outubro de 2010-setembro de 2011) contemplando a redução de um déficit gigantesco de US$ 1,556 trilhão em 2010 para US$ 1,502 trilhão, graças a um aumento da arrecadação fiscal previsto em 19% para o período

27 de janeiro de 2010

Brasil sobe duas posições e é 4º em ranking de investimento

Extraído de BBC Brasil

Plataforma petrolífera da Petrobras
Setor petrolífero brasileiro é um dos alvos preferidos pelos investidores
O Brasil subiu duas posições, ultrapassando Grã-Bretanha e Hong Kong, e se tornou o quarto destino favorito para o investimento estrangeiro, diz uma pesquisa da consultoria A.T. Kearney.
O relatório Índice de Otimismo do Investimento Estrangeiro, publicado desde 1998, ouve executivos das principais companhias do mundo para saber onde e como eles pretendem investir no futuro.
No estudo de 2007, o Brasil estava na sexta colocação e, há seis anos, quando atingiu sua pior classificação, o país era apenas o 17º no ranking.
“O Brasil vem em uma trajetória de alta no ranking desde 2004. Tendo crescido fortemente apesar da gravidade da crise financeira, o país agora chegou às cinco primeiras posições pela primeira vez desde 2001”, diz o relatório.
Evolução do Brasil na pesquisa
Quando a A.T. Kearney iniciou a pesquisa, em 1998, o Brasil estreou como o segundo destino preferido dos investidores estrangeiros. Nos anos seguintes, o país se manteve nas quatro primeiras posições.
Mas, em 2002, ano da eleição de Luis Inácio Lula da Silva à Presidência, o país caiu para a 13ª colocação, caindo de novo em 2004.

ÍNDICE DE OTIMISMO PARA O INVESTIMENTO ESTRANGEIRO

1º) China
2º) EUA
3º) Índia
4º) Brasil

5º) Alemanha
"O Brasil finalmente está recuperando os patamares de confiança que detinha no final do século 20", disse à BBC Brasil o vice-presidente da A.T. Kearney, Dario Gaspar.
Segundo ele, o que possibilitou essa recuperação foi o crescimento constante da economia brasileira nos últimos anos, com prognósticos de mais expansão futura, e a estabilidade nas regras para negócios no país.
Gaspar aponta que as companhias que mais focam seus investimentos no Brasil são as dos setores petrolífero, construção civil e automobilístico.
A pesquisa mostra também que 22% desses investidores acham que as perspectivas brasileiras estão melhores agora do que há um ano. Apenas 2% pensam o contrário.
Tamanho otimismo só é superado em relação à China e à Índia.
Emergentes
Além do Brasil, China e Índia estão entre os cinco primeiros colocados do ranking.
É a primeira vez que esses três Brics aparecem juntos no topo da lista. O quarto Bric, a Rússia, foi apenas o 18º.
“Os gigantes mercados emergentes de China, Índia e Brasil estão ganhando força para se distanciar da crise, pois investidores de todas as regiões relataram forte confiança em seus futuros e enxergam os investimentos nesses países como indispensáveis para manter a competitividade no mercado futuro”, disse Johan Gott, diretor da A.T. Kearney.
A China lidera o ranking desde 2002. Já a Índia perdeu neste ano a vice-liderança para os Estados Unidos.
“Ao mesmo tempo em que os investidores podem ter confiança de longo-prazo na economia indiana, em época de incerteza econômica, eles preferem os destinos mais previsíveis e conhecidos”, diz o relatório, para explicar a ultrapassagem americana.
A pesquisa também destaca a situação da Grã-Bretanha.
Enquanto o panorama geral melhorou em países desenvolvidos, a “surpresa mais impressionante é o Reino Unido, cuja dependência do setor de serviços financeiros levou o país à crise atual”. O país caiu da quarta para a 10ª colocação desde 2004.

21 de janeiro de 2010

Dólar sente pressão externa e fecha acima de R$ 1,80

Extraído de G1 (Globo) 

Moeda não superava a cotação desde 24 de setembro de 2009. Após 11 altas em 14 pregões, valorização do câmbio no mês supera 3%.

O dólar comercial superou o patamar de R$ 1,80 nesta quinta-feira (21), impulsionado pela tensão nos mercados internacionais com a divulgação de propostas do governo norte-americano para limitar a atividade de grandes bancos e diminuir o risco de uma nova crise.

A moeda norte-americana terminou a R$ 1,801, em alta de 0,45%. No mês, após ter subido em 11 de 14 pregões, a alta acumulada pelo dólar é de 3,33%. É a primeira vez desde 24 de setembro que o dólar fecha acima de R$ 1,80.

O dólar começou o dia em queda, devolvendo parte da valorização do dia anterior. De acordo com profissionais do mercado, com a cotação no maior nível desde setembro, houve um aumento da oferta por agentes interessados em vender moeda estrangeira a um patamar relativamente alto.

Proposta de Obama
O resultado do câmbio no dia foi determinado pelo anúncio de novas propostas do governo de Barack Obama para limitar a atuação de bancos aumentou a aversão a risco no mercado internacional, debilitando as bolsas de valores e as moedas emergentes.

O presidente dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira (21) que vai impor novos limites de às operações de mercado dos grandes bancos para prevenir a volta de "velhas práticas" que provocaram a crise financeira. "Apesar de o sistema financeiro está bem mais forte hoje do que há um ano, ele continua funcionando sob as mesmas regras", afirmou Obama.